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Divulgação | Pingi ao Cubo

por Marisa Furtado, em 14.04.14

O projecto que vos trago hoje não só tem uma história bonita, como é um óptimo exemplo de como uma ideia pode começar timidamente, quase como brincadeira, e aos poucos transformar-se num verdadeiro negócio com imensas possibilidades de expansão.


A Cátia é uma mulher giríssima, com imensa pinta e muito estilo que, até ao início do ano passado, era vitrinista. Dedicava-se ao embelezamento de montras que, num ápice, atraiam a atenção de quem ia a passar. Ah pois é meus caros amigos, as monstras da Zara, da Mango e outras que tais só têm um objectivo: fazerem-nos entrar nas lojas e não descansarmos enquanto não tivermos 'aquele' casaco enfiado num saco. Bom, dizia eu que a Cátia era vitrinista, tinha talento e gostava muito daquilo que fazia. Entretanto conheceu o Ivo e apaixonou-se perdidamente! Ela por ele, ele por ela e quando deram por isso estavam embevecidos a tratarem-se por Pingis que, a meu ver, bate aos pontos o "fofinho", o "torrãozinho" e outras lamechices do género. Os amigos achavam piada ao nome carinhoso e, o que começou como uma brincadeira de casal, rapidamente se alargou aos mais próximos. O Pingis casaram e pouco tempo depois descobriram que, em breve, iam passar a ser três: a Cátia estava grávida do Frederico. Os Pingis estavam, assim, elevados ao cubo! À medida que a gravidez foi avançando a Cátia foi forçada a abrandar o ritmo e a deixar algumas montras para trás. Determinada a não ficar de braços cruzados, e inspirada por aquela fase mágica que estava a viver, criou o projecto Pingi ao Cubo. Como era uma mom to be começou a perceber que ia precisar de arranjar espaço para guardar todas as coisas que o bebé precisava: os cremes, as chuchas, os bonequinhos, os bodys. Por isso, e como, infelizmente, as casas não esticam, dedicou-se à criação de caixinhas de arrumação. Sendo a Cátia uma mulher criativa e não podendo aplicar esse seu talento às montras, dedicou-se de corpo e alma a este projecto. Cada caixinha é feita à mão, com amor, um imenso bom gosto e com especial atenção aos pormenores. Cada uma era mais bonita que a anterior e, num abrir e fechar de olhos, transformaram-se num sucesso! 


 

































Digam lá se não apetece levar todas para casa! Eu que sou uma maníaca da arrumação, mas que detesto ter as coisas enfiadas em caixas de plástico sem piada nenhuma que só dão vontade de esconder na despensa bem longe dos meus olhos, sou fã destas caixas que servem muito mais que o propósito da arrumação: são verdadeiras peças de decorativas. Como comecei por dizer no início do post, o que começou quase como brincadeira rapidamente se expandiu. As pessoas criativas são assim: não esgotam as ideias numa só coisa. Das caixas a Cátia passou às molduras












depois aos marcadores de livros,







aos porta-chupetas para os bebés saberem sempre onde está a chucha!











aos babetes mais giros que já vi - feitos em algodão, com forro em tecido turco impermeável













e até a cestas para levar para a praia!












Isto há muito que deixou de ser um simples negócio de Facebook e já se transformou num pequeno império. E é também por isso que gosto do Pingi ao Cubo. Para além das coisas lindíssimas que aqui mostrei - e que são uma pequeníssima amostra do que está disponível na página dela. Vão lá espreitar porque vale mesmo a pena - é um óptimo exemplo de como que estes negócios podem começar apenas como uns miminhos para os amigos mas, com perseverança e criatividade, podem também transformar-se em algo mais. 






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publicado às 12:00



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