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Highlights | NOS Alive | dia 11

por Marisa Furtado, em 12.07.14

Já tinha dito aqui que o Optimus Alive, agora NOS Alive, é o meu festival de eleição. Não há pó, é tudo alcatroado, é bem amplo e por isso as pessoas não andam aos encontrões, está extremamente bem organizado, bem localizado e com excelentes acessos: tem metro e comboio à porta mas quem vai de carro também não tem dificuldades em estacionar - nós optamos pelo parque da Fundação Champalimaud onde o valor máximo por dia é 7€ - nem há filas intermináveis na hora de ir embora, ao contrário do que se passa no Super Bock Super Rock desde que se mudou para o Meco.
Ontem ia com os The Black Keys fisgados mas assim que lá cheguei fui atraída para o palco mais improvável: o clubbing. Quem lá estava a actuar eram os D'Alva que eu não conhecia mas passei a adorar. São uma banda portuguesa que toca uma mistura de funk com pop e a energia em palco é contagiante. Gostei imenso do estilo deles, o vocalista faz lembrar o Will Smith no "Principe de Bel Air", tem muita pinta, e dos paços de dança à la Beyoncé - all the single ladies - que mimetizou na perfeição. Muito boa onda mesmo! Fiquei fã e com vontade de os ver outra vez. 


 










Às 20h os MGMT entraram em palco para tocar para poucas centenas de pessoas. O concerto foi mesmo mauzinho... tirando aquelas músicas mais conhecidas que puserem o recinto todo a mexer - Kids, Electric Feel, Time to Pretend... - o concerto esteve pela hora da morte. Aproveitámos a hora que eles estiveram a actuar para dar uma volta pelo recinto, que esteve bem mais vazio que o ano passado, e descobrimos a barbearia mais fixe de sempre, a Figaros's Barbarshop que faz cortes de cabelo super originais aos nossos homens. O meu ficou convencido com o que viu e acho que não vai resistir a passar pelo espaço deles na Rua do Alecrim.


 



 


 


Os The Black Keys entraram no palco principal pontualmente às 22h30 e começaram a aquecer o público com a divertida Dead and Gone. Ao longo da hora e meia que estiveram em palco o ambiente foi oscilando: começou com boa energia, depois ficou morno, quando começaram a tocar as músicas do novo álbum, e transformou-se novamente numa festa assim que começou o desenrolar dos temas de El Camino. Lonely Boy foi, sem dúvida, o momento alto do concerto. Assim que os primeiros acordes soaram o recinto transformou-se numa autêntica rave. Foi um espetáculo! Fartei-me de gritar, saltar e dançar. Não estou nada arrependida por ter optado pelo dia 11 e ter voltado as costas aos queridos Bastille, que tocam hoje. Confesso que a expectativa era grande e que estava com algum receio que a banda se perdesse no ambiente de festival, mas não, resultou muito bem. De facto eles não comunicam muito com o público, o que é uma pena, mas isso é compensado pelo espetáculo que conseguem montar em palco com tão pouco - muitas luzes e... eles. O Dan Auerbach, vocalista e guitarrista, não é um grande cantor mas não desilude, ouvi-lo ao vivo é o mesmo que ouvi-lo nos álbuns, e é um excelente músico. Faz o que quer daquela guitarra!


 



 


Em resumo, foi uma noite muito bem passada e divertida que terminou perto da 1h da manhã n'O Saloio da 24 com um valente pão com chouriço e uma fatia de pizza. A fome aperta quando se está quase 2h aos pulos e a cantar a plenos pulmões. Para o ano há mais.


 



 


 

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publicado às 11:32



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